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Milho: segunda-feira termina com cotações em alta na Bolsa de Chicago

Melhora na demanda influência movimentações


A segunda-feira (23) chega ao final com os preços internacionais do milho valorizados na Bolsa de Chicago (CBOT). As principais cotações registraram altas de 2,50 pontos neste início de semana.

O vencimento dezembro/19 foi cotado à US$ 3,73 com alta de 2,50 pontos, o março/20 valeu US$ 3,84 com valorização de 2,50 pontos, o maio/20 foi negociado por US$ 3,92 com elevação de 2,50 pontos e o julho/20 teve valor de US$ 3,97 com ganho de 2,50 pontos.

Esses índices representaram valorizações, com relação ao fechamento da última sexta-feira, de 0,81% para dezembro/19, de 0,79% para o março/20, de 0,77% para o maio/20 e de 0,51% para o julho/20.

Segundo informações do Blog Price Group, o milho fechou em alta com as ideias de melhoria da demanda e relatórios variados para a colheita inicial.

“O relatório semanal de vendas de exportação era tão forte quanto em meses, quando todas as grandes compras mexicanas fizeram parte da lista. Não houve grandes vendas anunciadas no sistema diário na semana passada, mas persistem esperanças de vendas geralmente mais fortes, já que o governo está fazendo um grande esforço para conseguir que o novo acordo comercial com o México e o Canadá seja aprovado pelo Congresso”, aponta o analista de mercado Jack Scoville.

Já no que diz respeito às expectativas para a colheita, o analista destaca que “a colheita começou em partes do Centro-Oeste e rendimentos variáveis ​​foram relatados. A grande maioria dos rendimentos ficou abaixo de um ano atrás e isso pode indicar que a safra será muito menor do que o projetado pelo USDA em suas estimativas mensais. As culturas colhidas primeiro foram plantadas primeiro e foram consideradas como tendo o maior potencial de rendimento”, diz Scoville.

Neste mesmo sentido, a Agência Reuters destaca que os comerciantes aguardam a atualização semanal do USDA (Departamento de Agricultura dos Estados Unidos) sobre o progresso e as condições da colheita nesta segunda-feira.

“O comércio está ansioso para ver mais resultados da colheita, mas as chuvas implacáveis ​​do outono estão se tornando problemáticas para muitos no Centro-Oeste. A estação de crescimento de 2019 parece estar saindo exatamente como chegou - uma campanha úmida e difícil para a maioria dos agricultores dos EUA”, disse Matt Zeller, diretor de informações de mercado do INTL FCStone, em nota aos clientes.

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Publicado em 23/09/2019


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